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Todos os meses de Outubro, a comunidade queer celebra o “Mês da História LGBTQ+” recordando marcos importantes para as suas lutas por uma aceitação mais ampla de comportamentos sexuais considerados desviantes. Com a conquista do reconhecimento legal, práticas sexuais outrora consideradas tabu na sociedade organizada são agora exibidas em desfiles, publicações e espaços públicos. A atitude da sociedade passou a ser “se faz bem, faz”, independentemente do impacto na nossa saúde — física ou espiritual. E embora muitos estejam relutantes em admitir, o impacto de abrir as comportas ao comportamento sexual desenfreado tem sido desastroso.
Existe um padrão de conduta autorizado referente à atividade sexual? Para aqueles que recorrem à Bíblia, a resposta é clara. Os Dez Mandamentos, dados por Deus a Moisés, fornecem instruções detalhadas sobre o assunto. O sétimo mandamento, que se encontra em Êxodo 20:14 e Deuteronómio 5:18, declara: “Não cometerás adultério”. Compreendido corretamente, este preceito de Deus proíbe toda a atividade sexual fora do casamento — e outros versículos deixam claro que o casamento é entre um homem e uma mulher (Génesis 1:27; 2:21-24; Mateus 19:4-6). Perante a profusão de mensagens atuais sobre questões de género e assuntos relacionados, aqueles interessados e dispostos a ler o que a Bíblia diz no seu registo histórico encontrarão muito nas suas páginas a respeito de práticas homossexuais e outros tipos de comportamento sexual.
Génesis 13 narra a história de Abraão e do seu sobrinho Ló. Para manter a paz na família, decidiram seguir caminhos separados devido a desentendimentos que envolviam os seus vastos rebanhos. Ló escolheu os pastos verdejantes perto de Sodoma. A Bíblia revela que “os homens de Sodoma eram extremamente perversos e pecadores contra o Senhor” (Génesis 13:13). Qual foi o pecado deles? À medida que a história se desenrola, lemos que Ló recebeu a visita de dois anjos, a quem acolheu em sua casa durante a noite. Génesis 19:4-7 descreve o que aconteceu a seguir:
E, antes que se deitassem, cercaram a casa os varões daquela cidade, os varões de Sodoma, desde o moço até ao velho; todo o povo de todos os bairros. E chamaram Ló e disseram-lhe: Onde estão os varões que a ti vieram nesta noite? Traze-os fora a nós, para que os conheçamos. Então, saiu Ló a eles à porta, e fechou a porta atrás de si, e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal.
A pedido dos anjos, Ló, a sua mulher e duas das suas filhas escaparam pouco antes da destruição da cidade.
Durante os períodos de influência pagã em Israel e Judá, havia prostitutos e prostitutas nos templos, o que Deus condena. No reinado de Roboão, filho de Salomão, rei de Israel, havia “pessoas pervertidas na terra” (1 Reis 14:24). Quando o justo Asa reinou em Judá, está registado que “Asa fez o que era reto aos olhos do Senhor, tal como o seu pai David. E expulsou da terra os pervertidos” (I Reis 15:11-12). Josafá, filho de Asa, continuou este processo: “Os outros pervertidos que restaram nos dias de seu pai Asa, ele expulsou-os da terra” (1 Reis 22:46).
Alguns argumentarão: “Bem, isso era nos tempos do Antigo Testamento. Agora é diferente”. No entanto, as Escrituras do Novo Testamento deixam claro que tal comportamento perverso ainda é proibido. O apóstolo Paulo disse aos irmãos de Corinto: “Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou activos, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem caluniadores, nem roubadores herdarão o Reino de Deus” (I Coríntios 6:9-10).
Assim, a Bíblia ensina que qualquer prática sexual que não ocorra entre marido e mulher dentro do vínculo matrimonial é proibida pelas leis que Deus deu a Israel e na Igreja, de acordo com o Novo Testamento.
No juízo final descrito em Apocalipse 21:1-8, é proclamado o destino dos pecadores impenitentes: “Mas, quanto aos cobardes, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos impuros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda morte” (v. 8).
Este resumo da história bíblica que envolve a imoralidade sexual não tem a intenção de condenar os indivíduos ou de encorajar a violência contra aqueles que praticam tais comportamentos; contudo, a Bíblia chama claramente a estas práticas pecado — isto é, contrárias à Lei de Deus (1 João 3:4) e um impedimento ao plano de Deus para a humanidade — e não as tolera. Se as pessoas reconhecerem e se arrependerem dos elementos das suas vidas que a Bíblia define como pecado, cessarem deles e aceitarem o sacrifício de Cristo e o perdão que ele proporciona, poderão ser reconciliadas com Deus e seguir em frente em novidade de vida (Romanos 6:1-4).
Promovido pela Igreja Viva de Deus, o programa Mundo de Amanhã oferece informação gratuita para auxiliar e orientar aqueles que procuram a vontade de Deus para as suas vidas.