A maldade e os seus sinónimos, como mal, perverso, imoral, pecaminoso e abominável, são palavras intensas que geralmente não aparecem nas notícias ou nas conversas do dia-a-dia. No entanto, a Bíblia utiliza-as centenas de vezes para descrever pensamentos, atitudes, palavras e comportamentos que Deus proíbe. O que acontecerá se estas coisas aumentarem — e até forem aceites e celebradas — nos Estados Unidos e noutros países?
Neste verão, tive o privilégio de servir na equipe de softball em um dos acampamentos para adolescentes da Igreja Viva de Deus. Um tema importante que ensinamos nos nossos acampamentos de jovens é a importância de fazermos todas as coisas decentemente, em ordem, sem confusão e em paz (1 Coríntios 14:33, 40). Também ensinamos muitos outros valores da Bíblia, e um dos princípios bíblicos que surgiram algumas vezes este ano – inclusive no basquete, softball e outras aulas – foi o princípio do que é frequentemente chamado de “Regra de Ouro”.
O Natal é talvez o feriado mais popular do mundo. Pessoas de diversas culturas e perspetivas — desde os religiosos fervorosos que clamam "devolvam Cristo ao Natal" até ateus famosos como Richard Dawkins e Sam Harris — participam em alguma forma de celebração natalícia. Com o Natal a aproximar-se a passos largos, vamos fazer o que alguns podem considerar uma comparação estranha: Natal versus Páscoa.
Já deve ter reparado que o uso de palavrões e outras linguagens vulgares parece ter aumentado nos últimos anos. Um artigo do Saturday Evening Post de 5 de Novembro de 2024 relatava: "Se pensa que a fala Americana caiu de uma classificação 'PG' para 'R', não está sozinho. Parece que a linguagem profana está a tornar-se mais comum nos Estados Unidos." Em Março de 2025, o New York Times publicou um artigo que questionava: "Há muitos palavrões hoje em dia?". Será esta a progressão natural de uma tendência de décadas de agravamento da linguagem?